sábado, 3 de agosto de 2024

Colega não é amigo

 Numa versão anterior desde blog ... (pré-2008), eu praticamente tratava todos os matemáticos por 'colega'. E de facto, 'colega' não é amigo.

Alguns ficavam ofendidos com isso.

Mas de facto... não eram mais que colegas. E alguns episódios recentes não me deixam esquecer isso.

No dia 20 de Julho, isto apareceu-me à frente.

Bem... 'nunca'? É um conceito absoluto, e se calhar falso. 

(Nota: não era esta imagem que eu queria por, era uma com personagens do filme 'UP'...mas não encontro)

 Há muitos anos que o mais próximo que tenho de novos amigos são... alunos. E mesmo assim, ...

Se 'colega não é amigo' , sempre achei boa ideia mentalizar que 'aluno não é amigo'. A amizade constroi-se.

Os alunos vêm (ok, vinham), vão... e esquecem que eu existo.

(eu nem vou falar dos pedidos 'ilegais' que me apareceram desde que iniciei actividade)

Como eu disse num post anterior, houve muito poucos a quem eu disse 'para ti vou arranjar sempre tempo'.

Alguns já nem moram na Madeira.
Mas sempre que cá vêm, dão sinal de vida. 

Outros, bem... 🤡 o amigo era só eu 🤡. 

Eu compreendo, e não levo a mal. Se 'colega não é amigo', também 'explicador não é amigo'.
Ao longo dos anos, fiquei magoado com uma ou outra situação, mas aprendi com isso.
Hoje em dia... não me afecta. (Não sei se é bom ou mau...)

Reverti a essa versão anterior. Tenho (ex)colegas, ex-alunos... e (muito) poucos amigos.














Quanto vale uma aposta em como, largando explicações, como desaparecem mensagens/sms/whatsapps (de trabalho)... só recebo contas, avisos de consultas (médicas), e spam?

Assusta-me a ideia de poder viver num mundo onde só se podem arranjar amigos em apps tipo Tinder, ou em convívios com os quais não nos identificamos.


PS: isto de agendar mensagens é giro. Posso continuar a postar algumas mensagens até depois de morrer.

O que um psicólogo pensa sobre apps de encontros como o Tinder e o Grindr.

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