Numa versão anterior desde blog ... (pré-2008), eu praticamente tratava todos os matemáticos por 'colega'. E de facto, 'colega' não é amigo.
Alguns ficavam ofendidos com isso.
Mas de facto... não eram mais que colegas. E alguns episódios recentes não me deixam esquecer isso.
No dia 20 de Julho, isto apareceu-me à frente.
Bem... 'nunca'? É um conceito absoluto, e se calhar falso.
(Nota: não era esta imagem que eu queria por, era uma com personagens do filme 'UP'...mas não encontro)
Há muitos anos que o mais próximo que tenho de novos amigos são... alunos. E mesmo assim, ...
Se 'colega não é amigo' , sempre achei boa ideia mentalizar que 'aluno não é amigo'. A amizade constroi-se.
Os alunos vêm (ok, vinham), vão... e esquecem que eu existo.
(eu nem vou falar dos pedidos 'ilegais' que me apareceram desde que iniciei actividade)
Como eu disse num post anterior, houve muito poucos a quem eu disse 'para ti vou arranjar sempre tempo'.
Alguns já nem moram na Madeira.
Mas sempre que cá vêm, dão sinal de vida.
Outros, bem... 🤡 o amigo era só eu 🤡.
Eu compreendo, e não levo a mal. Se 'colega não é amigo', também 'explicador não é amigo'.
Ao longo dos anos, fiquei magoado com uma ou outra situação, mas aprendi com isso.
Hoje em dia... não me afecta. (Não sei se é bom ou mau...)
Reverti a essa versão anterior. Tenho (ex)colegas, ex-alunos... e (muito) poucos amigos.
Quanto vale uma aposta em como, largando explicações, como desaparecem mensagens/sms/whatsapps (de trabalho)... só recebo contas, avisos de consultas (médicas), e spam?
Assusta-me a ideia de poder viver num mundo onde só se podem arranjar amigos em apps tipo Tinder, ou em convívios com os quais não nos identificamos.
PS: isto de agendar mensagens é giro. Posso continuar a postar algumas mensagens até depois de morrer.
O que um psicólogo pensa sobre apps de encontros como o Tinder e o Grindr.


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